Arquivo para Canadá

Imagine Estudar no Canadá – educação de primeira ao seu alcançe

Posted in Uncategorized with tags , , on setembro 20, 2011 by karolnews

E por falar em canadenses, o país que está entre um dos melhores do mundo para se morar, trará a São Paulo esse final de semana (24-25) a feira Imagine Estudar no Canadá.

A feira contará com representantes de diversas universidades do Canadá , além de palestras e atividades culturais.

O público também poderá conhecer um pouco mais sobre a cultura canadense e ouvir dicas dos membros do Consulado do Canadá sobre visto, imigração e turismo. Além de ter a oportunidade de conversar com representantes das universidades e tirar todas as dúvidas sobre cursos e bolsas.

Para quem quiser participar do evento que será realizado no Hotel Renaissance, deverá se inscrever no site.

 

Feira Imagine Estudar no Canadá

Quando: 24 e 25 de setembro

Onde:Hotel Renaissance – Alameda Jaú, 1620, Jardins (próximo ao metrô Consolação)

Horário: 14h as 19h

Entrada franca

Canadenses comemoram o Canada Day de uma forma diferente

Posted in Uncategorized with tags , , on julho 2, 2010 by karolnews

Em comemoração aos 143 anos de independência do Canadá, alguns membros do Consulado Geral do Canadá em São Paulo resolveram visitar o Centro de Treinamento do Sport Clube Corinthians.

Membros do Consulado em comemoração do Dia do Canada

A visita se deu a convite do Sr. Edgar Ortiz, um dos conselheiros do time, que ao saber da paixão de alguns canadenses e brasileiros do Consulado pelo Timão, prontamente se dispôs a preparar uma visita pelas dependências do clube.

Assim como para todos os torcedores, a esperança era de ver Ronaldo e Roberto Carlos em campo, mas não foi possível.

Porém, a visita foi regada de muita brincadeira e entusiasmo. O sr. Ortiz por sua vez, fez de tudo para deixar a todos os membros do Consulado o mais confortável possível.

O Cônsul de Comércio, Ed Jager, ganhou uma camisa autografada pelo Fenômeno e tratou logo de vesti-la antes que os demais se estapeassem para tirá-la dele.

Ed Jager agora é do Timão

Ao contrário do que acontece no Canadá, o feriado de 1º de  Julho não é comemorado por aqui, mas em todo o território canadense a data é celebrada com desfiles e muita festa.

Canada Day ( Dia do Canadá)

O Dia do Canadá (em inglês : Canada Day, em francês: Fête du Canada), ocorre anualmente em 1º de Julho e celebra o dia da independência do Canadá, assim como o primeiro dia do mês mais quente do ano. É um feriado e festival nacional de grande participação popular, desfiles e festas ao ar livre são comuns em todo o país.

Este ano as comemoraçõs puderam contar com a participação da Rainha Elizabeth II que inaugurou em Ottawa, uma estátua em bronze do pianista e compositor canadense Oscar Peterson, na presença de familiares do músico.

Em todas as províncias houveram comemorações e a presença de muitos artistas, entre eles Alex Cuba — Cuban (British Columbia); Amelia Curran (Newfoundland and Labrador); Andrea Lindsay (Ontario); Annie Lou (Yukon); Apadooraï (Quebec); Barenaked Ladies  (Ontario); Blueprint Cru (Quebec) ; Cadence Weapon (Alberta); Christina Martin (Nova Scotia); Clément Jacques (Quebec); Damien Robitaille (Ontario); Digawolf (Northwest Territories) ; Dione Taylor (Saskatchewan) ; France D’amour (Quebec) ; Geneviève Toupin (Manitoba); H’Sao (Quebec); Hannah Georgas (British Columbia) e claro, os famosíssimos Justin Bieber, Drake e Sarah McLachlan.

Para saber mais sobre o Canada Day acesse:

http://www.canadascapital.gc.ca/canadaday/?m=6

Mostra O Cinema de Quebec revela o olhar canadense

Posted in Uncategorized with tags , , , , on junho 23, 2010 by karolnews

Estréia essa semana na Cinemateca em São Paulo, a mostra O Cinema de Quebec que trará 27 filmes inéditos e uma roda de discussão com os cineastas Luc Renaud, Lysenne Thibodeau e o crítico de cinema Michel Coulombe.

A mostra é o primeiro passo para a divulgação do cinema quebequense que tem sido representado com força em diversos festivais.

O objetivo da Mostra é colocar em contato o público brasileiro com a realidade de Québec, suscitando uma discussão em torno de sua identidade.  O evento realiza-se simultaneamente na sala de cinema da Universidade de São Paulo (CINUSP) e na Cinemateca Brasileira de São Paulo, entre os dias 24 de junho e 4 de julho, e tem o apoio do Consulado Geral do Canadá em São Paulo e do Escritório de Québec em São Paulo.
Por Dentro da Mostra

A Revolução Tranquila

Em 1948, ao colocar em xeque valores tradicionais e o imobilismo da sociedade quebequense, um grupo de artistas assina o Manifesto Refus Global, tornando-se uma referência cultural para os movimentos artísticos e políticos que viriam eclodir a partir dos anos 1960. Nesse momento, Quebec sofre uma radical mudança sóciocultural que resultará na chamada Revolução Tranquila. Músicos, poetas, escritores, artistas, cineastas e políticos tradicionalista. Esta revolução está aqui representada em diversos filmes.

Em Le Chômeur de la mort, Benjamin Hogue e Pierre Luc Gouin traçam um perfil do controvertido e célebre poeta Claude Péloquin, que marcou a cena cultural de Québec dos anos 1960 e 1970. Realizando uma crítica autoral após 40 anos do Refus Global, a cineasta Manon Barbeau, filha de um dos signatários, realiza o filme Les Enfants du Refus Global de grande carga emocional e ousadia.

Herdeiro da geração pós-revolução tranqüila, destacamos o trabalho de André Gladu, que comparece a esta mostra com dois filmes. Em Je suis fait de musique, mostra-se insaciável em suas buscas pelas raízes da identidade de Québec, por meio das viagens musicais que nos proporciona. Já em La Conquête du grand écran, aborda a tradição do acordeão em Montréal e faz um retrato sobre a história do cinema quebequense.

Voltando aos Povos Autóctones
 

 Com o intuito de introduzir a complexa realidade indígena, selecionamos filmes bem distintos em suas abordagens e estilos. A ficção Ce qu’il faut pour vivre, de Benoit Pilon, trata do difícil mas possível diálogo entre as sociedades Inuit e a quebequense-canadense dos anos 1950; e, no filme Qallunat, why white people are funny, de Mark Sandiford, feito com os Inuits, o diretor inverte os papéis de quem está atrás da câmera; são os Inuits que fazem um divertido documentário “antropológico” sobre a sua visão acerca do Homem Branco.

Com o filme Une tente sur Mars, protagonizado pelos Innu, os diretores Luc Renaud e Martin Bureau provocam uma reflexão importante e atual sobre o lugar dos povos indígenas na sociedade quebequense e, acima de tudo, o que vem ser a identidade de Québec dentro da nação canadense. Finalmente os curtas do Wapikoni Mobile, projeto coordenado pela cineasta Manon Barbeau, que permite há cinco anos que pela primeira vez jovens indígenas de diferentes nações expressem seus desejos e inquietações. O resultado é surpreendente.

Quebec contemporânea

Os jovens cineastas Anais Barbeau-Lavalette, Hugo Latulipe e Luc Bourdon nos revelam uma Quebec contemporânea, preocupada em revelar suas idiossincrasias, sua história e sua identidade. Em La mémoire des Anges, de Luc Bourdon, mergulhamos em uma Montreal urbana e cosmopolita, com base na montagem de trechos de 120 filmes produzidos nos anos 1950 e 60; o resultado é um painel imagético vigoroso e poético. Manifestes en série, realizado em 2008 por Hugo Latulipe, pode ser lido como uma reatualização do manifesto Refus Global, representado, nesta mostra, pelo episódio Decoloniser le pays, que faz uma reflexão sobre o consumo desenfreado em nossa sociedade. Inspirado na visão dos povos indígenas, o filme mostra que um extrato cada vez maior da população canadense se opõe a isso.

O filme Le Ring, de Anaïs Barbeau-Lavalette, realizado no bairro pobre de Hochelaga-Maisonneuve, insere-se dentro de uma tradição de cinema social e traça um perfil sensível de um menino oriundo de uma família de baixa renda que sonha em ser um grande boxeador. O filme aborda um viés social pouco conhecido acerca da realidade canadense.

Dedé, à travers les brumes, de Jean-Philippe Duval, é protagonizado pelo musico Dedé, que se destaca na cena musical de Québec nos anos 1980. O filme aborda uma época de grande efervescência cultural que sonha com a independência de Québec. Numa linguagem que combina documentário, ficção e arte, os filmes dirigidos por Lysanne Thibodeau, Esprits de famille e Éloge du retour, perseguem as origens do espírito de Québec dentro de uma narrativa intimista.

Québec – um olhar de fora

Para melhor compor esse mosaico quebequense, selecionamos dois filmes de dois realizadores de origem estrangeira, que adotaram o Canadá como sua moradia: Le voyage du capitaine Michaud, de Yann Langevin, numa narrativa bem humorada, nos apresenta o simpático marinheiro Michaud, originário da Gaspesie, que empreende um périplo em seu barco desde sua cidade natal, Saint-Anne-des-Monts, até o Haiti. No curta-metragem La neige cache l’ombre des figuiers, de Samer Najari, acompanhamos um dia de trabalho de seis imigrantes recém-chegados a Montréal e o impacto do primeiro frio glacial.

Cinema quebecois em curtas

Finalmente com os curta-metragens Lila, de Robin Aubert, e Killing time, de Tara Johns, trazemos dois filmes premiados que evocam o vigor do cinema de curta metragem de Québec.

Agradecemos o apoio da Sociedade dos Amigos da Cinemateca Brasileira, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP, da empresa Rio Tinto Alcan, do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA) da Universidade de São Paulo, do Consulado Geral do Canadá em São Paulo, do Escritório de Québec em São Paulo e da Embaixada do Canadá no Brasil, sem os quais esta empreitada seria impossível.

João Claudio de Sena
Paula Morgado
Curadores da mostra

MOSTRA O CINEMA DE QUÉBEC (Canadá)
Cinemateca Brasileira
de 24 de junho a 4 de julho de 2010

Cinusp Paulo Emílio
de 29 de junho a 2 de julho de 2010

Realização: Cinemateca Brasileira e Cinusp Paulo Emílio
Curadoria: João Cláudio de Sena e Paula Morgado.
Apoio: Pró-Reitoria de Cultura e Extensão/USP, Rio Tinto Alcan e Sociedade Amigos da Cinemateca.
Apoio Cultural: Consulado Geral do Canadá em São Paulo, Embaixada do Canadá no Brasil, Escritório de Québec em São Paulo e Laboratório de Imagem e Som em Antropologia/USP.
Blog: www.cinequebec.blogspot.com

Cineastas presentes durante o evento:
Benjamin Hogue
filme presente na mostra:
Le chômeur de la mort (2009)

Lysanne Thibodeau
filme presente na mostra:
Éloge du retour (2001)
Esprits de famille (2007)

Luc Renaud
filme presente na mostra:
Une tente sur Mars (2008)

Pierre Luc Gouin
filme presente na mostra:
Le chômeur de la mort (2009)
 Confira a programação completa em:
http://www.cinemateca.gov.br/programacao.php?id=34

O som de lá

Posted in Uncategorized with tags , , , , on março 18, 2010 by karolnews

A cantora Athésia, se apresentou na noite de ontem, 17, no Sesc Pinheiros em São Paulo, trazendo ao público uma amostra do multiculturalismo que circunda o Canadá.

Em seu repertório, a canadense provou ter forte influencia da língua francesa, o que permitiu mostrar toda sua paixão – presente a cada letra e, também, desenvoltura ao lidar com o desafio de se fazer entender pelo público brasileiro. Athésia subiu ao palco com os músicos Jim Bland (guitarra) e Daniel Emden (carron) formando assim a banda Athésia & The Gentlemen.

Canções bem conhecidas por nós como “Baby” de Bebel Gilberto, e “Crazy” de Gnars Barkley, ganharam um novo tom e animaram a platéia. Com um jeito único e descontraído, a jovem cantora demonstrou várias vezes o afeto que cultiva pelos brasileiros. Carinho esse, conquistado há quatro anos atrás em uma rápida passagem por São Paulo. O fato de não dominar bem o português não a intimidou; brincou diversas vezes com o público e fez questão de explicar cada música que ia apresentar.

Com um estilo bem variado, a canadense abusou da mistura de jazz, tango e bossa nova. O ritmo latino é freqüente em suas canções deixando a platéia bem à vontade e motivada com o som marcante da banda.

A passagem de Athésia pelo Brasil é resultado da Conferencia Francophonie, evento promovido pelo Consulado Geral do Canadá que homenageia todos os países que tem como língua nativa o francês. O Cônsul Paul Brunet, do Consulado Geral do Canadá em São Paulo foi quem abriu o show, dando as boas-vindas a Athésia e elogiando o desempenho do Grupo SESC.

Sobre Athésia

Athésia nasceu em Montreal, filha de pais haitianos. Tomando como base suas origens africana, francesa e espanhola, sua voz possui um charme muito envolvente.

Após shows em Nova Iorque, São Paulo e mais recentemente em Xangai e Hong Kong,
traz ao público brasileiro suas novas composições.

Athésia & The Gentlemen dão a música um sabor jazz-bossa salpicado de aromas de fado e tango, onde os ritmos latinos ditam o andamento. Compositora e intérprete, Athésia é o que chamamos de cidadã do mundo, com uma música recheada de diferentes ritmos e tendências.

Vídeos e informações sobre Athésia:

http://www.myspace.com/athesia

Fotos:

http://www.flickr.com/photos/karoll22/4442942811/

A cantora canadense Athésia abre o projeto Sonoras do Sesc Pinheiros

Posted in Uncategorized with tags , , , on março 17, 2010 by karolnews

Numa mistura de ritmos como jazz, funk, house, techno, disco e dub, a cantora Athésia volta a São Paulo para única apresentação no SESC Pinheiros. A cantora se apresenta no dia 17 de março, às 20h, no Auditório acompanhada de seus músicos Jim Bland na guitarra e Daniel Emden no carron, que formam os “The Gentlemen”. No show, músicas de Henri Salvador “Jazz Mediterranée”, Françoise Hardy “Comment te dire adieu”, Bebel Gilberto “Baby” e composições próprias “Soy Yeda Yomango”, “Kunaré”, entre outras.

Em 2006, L’Office Québec-Amériques pour la jeunesse, selecionou Athésia para passar dois meses no Brasil. Participou de alguns eventos como da Revista Vogue, onde cantou com a Escola de Samba Vai Vai, mais Seu Jorge e Apollo Nove e no fim da temporada brasileira, realizou show no próprio auditório do Sesc Pinheiros. Após fazer apresentações em Nova York, foi convidada para participar da Conferência Francophonie, evento do Consulado Geral do Canadá onde foi cantar em Hong Kong e Xangai com o pianista chinês MaxKey.

• SERVIÇO

ATHÉSIADia: 17 de  março, quarta, às 20h.

Local: Auditório – 3º andar

Duração: 1h30

Não recomendado para menores de 10 anos

Não é permitida a entrada após o início do espetáculo

Ingressos à venda pelo sistema INGRESSOSESC, a partir de 25/02
R$ 12,00; R$ 6,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes).

SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Horário de funcionamento da Unidade – Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
Tel: para informações: 11 3095.9400
Informações: 0800 118220
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS – Veículos, motos e bicicletas – Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h – Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 – a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três  primeiras horas e R$1,00 – a cada hora adicional  // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00

Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: www.sescsp.org.br

Destaques de uma terça-feira atarefada

Posted in Uncategorized with tags , , , on março 2, 2010 by karolnews

Com tantas coisas na cabeça relativas a trabalho e faculdade. Tento tirar um tempo para desacelerar. Nesso meio tempo dou uma olhada no acervo do Consulado e me deparo com este filme C.R.A.ZY do diretor Jean-Marc Vallé.

Seguindo o resumo da critica de cinema Erica Liporaci,o filme é voltado para Zachary quarto de cinco irmãos, nasceu no dia 25 de dezembro. Seus aniversários começam com a Missa do Galo e sempre se confundem com o Natal.

O filme acompanha duas décadas da vida de Zachary e sua bizarra família: as festas sempre pontuadas pela bisonha imitação que o pai insiste em fazer de Charles Aznavour, as brigas entre irmãos e, principalmente, sua angústia por ter, desde pequeno, tendências homossexuais que ele reprime com todas as forças.

Premiado como melhor filme canadense no Festival de Toronto de 2005. Uma sensível e engraçada história de autodescobrimento, onde o próprio protagonista pontua seus momentos mais marcantes – desde o dia do nascimento até a idade adulta.

Nessa jornada acompanhamos suas desilusões infantis, sexualidade reticente e seu caminho para conquistar não apenas o respeito dos pais e irmãos, mas também para se destravar e aceitar com a cabeça as escolhas que já fez há tempos no coração. É doloroso constatar que, numa família onde ninguém parece normal, sempre se elege um coitado para receber a descarga das frustrações de todos os demais.

E o grande acerto do filme é nunca perder de vista o tom irônico: todas as vezes que a história ameaça resvalar um pouco para o dramalhão, logo dá uma virada bem-humorada. Outro detalhe muito legal é a caracterização das diferentes épocas, bem demarcada pelas mudanças não apenas no visual mas também no gosto musical do protagonista.

CRAZY – Loucos de Amor

 

titulo original: (C.R.A.Z.Y.)

lançamento: 2005 (Canadá)

direção: Jean-Marc Vallée

atores: Michel Côté , Émile Vallée , Marc-André Grondin , Danielle Proulx , Emmanuel Raymond

duração: 127 min

gênero: Drama

A trilha sonora traz ainda uma canção linda que eu não me canso de ouvir: